Inseguranças da gravidez

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Agora que estou novamente grávida, o assunto meio que vira corriqueiro.

Algumas amigas aproveitam para tirar dúvidas. Aquelas que ainda não são mães, aproveitam para compartilhar o que pensam do assunto, contudo, o parto é o tema que mais “preocupa” a mulherada.

É engraçado porque durante toda minha primeira gravidez fiquei pesquisando, lendo e aprender sobre o tema gravidez, parto e amamentação. Acredito que isso me deu muita segurança para encarar o que enfrentaria. Hoje, já na segunda gravidez, as inseguranças são menores. Mas não quer dizer que elas não existam.

Afinal de contas, nenhuma gravidez é igual a outra! Nenhum filho é igual ao outro.

 

A experiência de cada mulher nesse período não serve como base, mas pode ajudar a entender algumas coisas desse período. Acredito que essa troca de informações seja até ponto saudável. Até certo ponto, porque existem muitas mulheres que amedrontam as futuras mamães. Mas pensando na troca de informações saudáveis é aquela experiência passada como foi vivida, sem máscaras. Expor as dificuldades que a pessoa teve na época, as coisas boas e as ruins. Aquelas que se pudesse fazer diferente faria, sabe?

 

O início da gravidez pode gerar algumas dúvidas. É bem comum até que as gestantes são sintam enjoos e isso muitas vezes causa dúvida. Parece regra que toda grávida não pode parar com o café da manhã no estômago. Mas isso não é verdade. Muitas não sentem sintoma nenhum, além do atraso menstrual. Isso pode gerar um ponto de interrogação na cabeça na futura mamãe: “Será que estou mesmo grávida?” Se houve atraso menstrual, e isso não é normal acontecer. Vale a pena esperar uns dia e fazer um teste de gravidez, mesmo que seja daqueles de farmácia. Se der positivo, a indicação e marcar a primeira consulta com o médico ginecologista.

 

A segunda insegurança, no meu ponto de vista, é depois que descobre que está grávida. Está tudo bem com o bebê? Até fazer a primeira ultrasson, constatar que realmente existe um serzinho se formando dentro da mulher. Saber que está se formando direitinho e ter a possibilidade de ouvir o coração, é simplesmente mágico. Para mim, aqui é o ponto crucial que cai a ficha de que a mulher será uma futura mamãe!!!

 

A terceira, não colocaria como insegurança, mas muito mais como curiosidade. Sexo do bebê. A partir do momento que você anuncia que está grávida é unânime (não interessa de quanto tempo de gravidez você esteja) – você já sabe qual é o sexo? Qual seu pressentimento? E por aí chovem perguntas… Mas é muito legal respondê-las! hahaha

Do primeiro filho, fomos sortudos, descobrimos logo com 13 semanas de gravidez e a cada ultrasson, apenas vinha a confirmação. E realmente nasceu menino.

Dessa segunda, ainda não descobri. Mas confesso que estou muito mais curiosa pelo meu filho. Ele espera muito uma irmãzinha e mesmo tentando trabalhar que pode vir um irmãozinho… está difícil convencer o menino… hihi

 

Acredito que a próxima insegurança seja em relação ao parto. Parto Normal ou Cesárea? É de praxe, não tem como fugir. Todo mundo vai querer saber qual foi o tipo de parto escolhido e provavelmente quem perguntou já elegeu o melhor tipo de parto. Não importa muito o que você diga. Há ainda aqueles que resolvem contar histórias trágicas que aconteceu com a filha do vizinho da avó dele… tsc tsc… essas histórias ninguém merece. Independente do tipo de parto.

Eu sou super mega a favor do Parto Normal, sempre fui e sempre vou ser. Eu escolhi o tipo de parto que eu queria: Sem anestesia e sem episiotomia e o mais legal de tudo é que a maternidade e os médicos respeitaram o meu pedido. Doeu? Sim… mas a partir do momento que o meu filho nasceu, não havia mais dor alguma. Acho bom deixar claro, eu escolhi sem anestesia. Mas é padrão de hospital público ou particular que a mãe receba anestesia e a episiotomia seja realizada.

Do parto cesárea, não posso dizer nada. Mas eu não tenho coragem, só isso!

 

Amamentação eu acho que muitas mães não parecem ter dúvidas até a hora H. Na teoria todas dizem que querem amamentar, mas é um momento que além de ser único entre mãe e filho também exige um pouquinho de aprendizado. Aconselho a todas as futuras mamães dedicarem um pouco do seu tempo para aprender sobre a pega correta da amamentação. Por quê? Isso vai fazer com que evite que ocorra rachaduras no peito, consequentemente, na prevenção de muitas dores e lágrimas.

Leite forte, leite fraco, pouco leite, muito leite… são coisas a serem estudadas. Na verdade, você não sabe qual será o cenário com seu filho. Saber sobre o assunto, ajuda a você ter calma em uma hora que sua presença é fundamental.

 

Para terminar, as inseguranças normalmente surgem de coisas que são desconhecidas. Quanto mais familiar você estiver com o assunto, mais tranquila você estará para enfrentar cada situação.

 

Desejo um ótimo final de semana para vocês…

 

Beijinhos

Karin

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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