Liberdade e respeito pra ser a mãe do meu jeito – Blogagem Coletiva

Sei que tem muitas mamães como eu, que já se incomodaram e se estressaram com a opinião alheia sobre o modo de criar seus filhos, por isso quando vi a blogagem coletiva sobre o tema aqui, gostei e resolvi participar.

Se pararmos para pensar um pouco, nas gerações passadas o conhecimento era transmitido de geração em geração, de pessoa a pessoa. Era dessa forma que funcionava, era assim que as mães aprendiam a cuidar do novo filho, cheias dos costumes e crenças, às vezes até em demasia, certo? Entretanto, era desse jeito e todo mundo obedecia e seguia os conselhos da mãe, da avó, da tia, da prima, da cunhada, da vizinha e se duvidasse até da galinha. Exagerei!

Fico imaginando como é difícil para elas se adaptarem a nova realidade, a essa geração de mães que trabalham fora, mexem na internet e já sabem até cuidar de seus filhos mesmo antes deles nascerem, mesmo sendo seu primeiro filho. Mães que tem suas respostas e anseios atendidos muito antes que elas pudessem imaginar, uma geração informada e muito antenada. Um tanto surpreendente, não?

Deixamos de ser alienadas, tomamos consciência, lemos e aprendemos, se por ventura surgem dúvidas, corremos atrás de informações que nos saciem, que satisfaçam a maneira que escolhemos de educar nossos filhos.

É muito complicado para as gerações passadas nos entenderem, deixarem que criemos nossos filhos do jeito que acreditamos, por isso é preciso muito cuidado e zelo ao comunicar-lhes que não acreditamos naquilo e que preferimos andar por outro caminho.

Particularmente, sofro muito com isso, minha mãe não simpatiza muito com o jeito que eu crio o meu filho, sei lá por quê! Só porque temos uma rotina? Por que ele ainda não come derivados de leite? Por que prefiro ensinar ele dormir sozinho no berço? Realmente… sei lá!

Contudo, creio que assim como ela um dia acreditou estar fazendo o que era melhor para suas duas filhas, eu tento e acredito fazer o melhor para o meu pimpolho. E sinceramente, não me importo mais com o palpite alheio, se for ligar, não vivo mais. No fundo, acredito piamente que estou fazendo o melhor pra ele, não lhe falta nada, ele tem amor, carinho, respeito, alimentos saudáveis, fralda e Cia, escola, roupas, uma cama quentinha e tem ainda Deus sendo plantado no seu coraçãozinho, analisando, ele tem tudo para crescer, se desenvolver e se tornar num excelente adulto.

E vocês, como se comportam com a opinião alheia na educação dos seus filhos?

Beijos

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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