Relato do parto normal da Paola – Mamãe da Sophia

Oiii meninas…

Hoje temos o privilégio de conhecer a história do nascimento da Sophia. A Paola autorizou compartilhar o relato do parto normal hospitalizado. Um parto realmente abençoado por Deus, cercado de profissionais que auxiliaram durante o processo. Obrigada por dividirem esse momento tão precioso conosco!

Deus abençoe a vida de vocês meninas!

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O trabalho de parto

Sábado dia 22/01, acordei e como de costume fiquei mexendo no celular sentada na cama, foi quando senti algo molhado saindo de mim. Levantei e olhei: era meu tampão, então fiquei animada esperando ter mais algum sintoma. Esperei ansiosamente, mas sem sinal. No domingo, ao acordar notei uma mancha de sangue quando levantei, esperei o dia inteiro ter contrações dor e nada novamente. Já estava desanimada queria muito ter o parto normal do meu sonho, mesmo antes de engravidar.

Então na terça cedo acordei, senti vazando e escorrendo muito, mas como minha consulta era dentro de duas horas peguei minhas coisas e fui.  Tirei uma foto pois estava diferente de tudo que havia pesquisado, perguntei ao médico, ele me disse que era apenas corrimento de final de gravidez, mesmo assim fiquei com aquilo na cabeça.

Chegando em casa fui arrumar umas coisas e comecei a senti dor intensa nas costas, achei que era por esforço, mas não , não era, foi só aumentando e a dor descendo e indo para a barriga. Enfim a dor que sempre diziam! A dor foi aumentando e com elas as contrações, primeiro de 30 em 30 minutos, de 20  em 20 minutos e as dores aumentavam. Mesmo assim não acreditava que tinha chegado a hora. Então deitei e as dores aumentavam e ficaram muito mais doloridas.

Às 5 não aguentei, chamei meu noivo e minha mãe porque as fores estavam fortíssimas para irem a maternidade comigo, cheguei lá me examinaram minhas contrações estavam de 40 a 60 cada. Realizaram o exame de toque, apenas 1 cm de dilatação, me orientam a andar e subir escadas por 2 horas.

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Andei o quarteirão inteiro, subi e desci escadas e ao me examinaram novamente estava a mesma coisa. Mandaram eu voltar pra casa e voltar se sentisse que estava realmente a hora. Confesso que desanimei e fiquei triste achando que não teria dilatação. Fui para casa. Mais ou menos duas horas depois, começaram a novamente só que dessa vez de 5 em 5 minutos certinho, e agora as dores estavam muuuuito mais fortes e intensas. Sabia que tinha chego a hora e sem pensar pegamos minhas coisas, voltamos para o hospital. As contrações estavam aumentando e o tempo entre cada uma era de 4 em 4 minutos.

Ao ser novamente examinada, 3cm de dilatação ainda porém 5 contrações em 4 minutos e por esse motivo me internaram, porque as contrações muito fortes e ritmadas. O médico me disse que iria me internar, porém me disse que meu parto não seria entre hoje e amanhã, que demoraria para evoluir.

Então meu noivo correu pra fazer a internação me levaram para o quarto e falaram pra eu tomar um banho relaxante por 2 horas. Entrei no chuveiro e no começo aliviou. Só que depois de 1 hora, as dores ficaram mais fortes, mais doloridas e eu chorava de dor. Não suportava mais!

A dor estava intensa!

Os médicos foram me examina não conseguia fica de pé, deitada, sentada, em posição nenhuma , não deixava os médicos me examinarem nem chegarem perto , e sim sabia que a hora estava cada vez mais perto.

Chorava muito de dor pedi que para desistir, estava no meu limite. Pedi um remédio algo que aliviasse a dor, implorava por algo que me tirasse a imensa dor que sentia. Então um médico super bonzinho foi me ver, disse que poderia me dar anestesia que aliviaria a dor, porém retardaria o trabalho de parto, concordei pois estava realmente cansada, cheguei a vomitar de tão forte estava a dor.

O parto

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Pra minha surpresa esse médico que me examinou fez o toque e  eu estava 10 cm dilatado. Nessa hora até esqueci a dor! Não me cabia mais em mim porque sabia que faltava poucos minutos pra eu finalmente ver ela. Me levaram para a sala do parto e me deram a anestesia. Aquela imensa dor que sentia finalmente havia passado, só estava esperando a cabecinha dela aparecer.

Finalmente apareceu, tentei fazer força, mas minhas pernas estavam bambas. Fui fazendo força com a ajuda do médico. Estava bem difícil disse que não conseguiria e então o médico disse falta pouco: “vai que você consegue!”. Bastou eu fazer 3 forças para ela nascer e toda aquela dor nem lembrava mais. A hora que olhei para ela queria que o tempo congelasse, era o momento mais feliz da minha vida. Estava completamente realizada. Só sabia agradecer a Deus por aquela imensa bondade em minha vida.

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey’s Anatomy!
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