Papinha salgada para o bebê

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Chegou a hora de introduzir a papinha salgada. Se você é como eu, então, está naquela expectativa enorme! Eu adorei essa fase: ir à verdureira, escolher alimentos diversificados e saudáveis. Fazer a comidinha dele e aquele bocão na hora de comer. Confesso que fui sortuda nessa última parte. Meu filho, graças à Deus, sempre comeu bem. Ganhava peso fácil. Mas sei que muitas mães tem dificuldade em inserir novos alimentos no cardápio dos pequenos por diversos fatores, mas o principal deles, é a resistência do próprio bebê.

 

Especialistas comentam que é normal a criança recusar o desconhecido. Por isso se torna super importante a persistência da mãe, em continuar oferecendo alimentos diversificados e deixando o bebê aprender os sabores. Se não funcionou na primeira, tente pelo menos até a décima vez. Tempere um pouquinho diferente, ou então, misture com algo que ele costuma gostar de comer.

 

Há uma variedade muito grande de alimentos nos supermercados e verdureiras. Mas falando dos produtos de horticultura, especificamente, existe uma infinidade de possibilidades e combinações, para isso é importante que se conheça os grupos de podemos dividir na hora de comprar e preparar a refeição do nosso pequeno.

  • Grupo 1: Carboidratos, ricos em amidos: são os alimentos que tem a maior densidade calórica e que dão energia para o bebê. Exemplo: batata, batata doce, cará, inhame, quinoa, aveia, mandioca, abóbora, mandioquinha e milho.
  • Grupo 2:Legumes e verduras, ricos em vitaminas e minerais e fibras, garantem a saúde do bebê, são divididos em dois grupos necessários. Por exemplo: cenoura, beterraba, couve-flor, abobrinha, brócolis, quiabo, chuchu, berinjela, jiló, rabanete e nabo.
  • Grupo 3: são as folhas: couve, alface, rúcula, repolho, chicória, almeirão, agrião, escarola, espinafre, broto de feijão, mostrada, moyashi e radite.
  • Grupo 4: As carnes formam o próximo grupo, são as fontes de proteína, elas vão formar as estruturas do corpo do bebê. Por exemplo: carnes de boi magra, frango, peixe. As carnes tem que ser moídas ou desfiadas e fazer parte  da papinha integralmente, e não só o caldo.
  • Grupo 5: lentilha, feijões, grão de bico, vagem e ervilhas.

Fonte: Nutrição Infantil

Achei essa separação muito interessante, por isso, compartilho com vocês. De maneira leiga, sempre procurei fazer dessa forma as receitas papinhas salgadas do meu filho. Importante, pelo menos eu considero, é evitar os temperos prontos. Porque eles tem uma quantidade absurda de sal, conservantes e gorduras totalmente desnecessárias aos pequenos. Melhor mesmo é você desvendar o corredor dos temperos e descobrir que existe um infinidade de sabores e que combinados trazem um toque todo especial para o alimento. Cebola, sal, alho e azeito ou óleo de boa qualidade podem ser utilizados, moderadamente, mas podem. O tempero da mamãe sempre ganha um toque a mais de amor, sem precisar do condimento pronto viu. 😉
Outro detalhe importante, e que eu não posso deixar de falar, é sobre o modo de servir. Há uma grande discussão sobre bater ou não a papinha no liquidificador. Sob o meu ponto de vista, a papinha amassada ela possibilita que o bebê se acostume e exercite os músculos da mastigação, por no futuro ele irá mastigar os alimentos e não tomá-los. No início pode ser meio complicado, mas depois o bebê se acostuma. Outra coisa, um liquidificador a mais para lavar?
Papinha salgada gostosa é aquela que tem o carinho da mãe, acrescentada de ingredientes diversos, como por exemplo: um de cada grupo. O quarto e o quinto grupo merece uma ressalva: somente quando o pediatra liberar. 🙂
Mas aproveite esse momento de introdução alimentar para utilizar da criatividade e permitir que seu filho experimente os mais diversos sabores do mundo, inclusive, aqueles que você não gosta e não costuma comer.
Espero que tenha gostado das dicas. Há uma aba na parte superior onde clicando aparece receitas de papinhas doces e papinhas salgadas. Pelo menos um passo já dá para dar com algumas dicas do blog, não é mesmo?
Beijos,
Karin.
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