Na hora de dormir…

Oiii…

 

Chega a ser cômico voltar a falar de sono no blog, isso porque falei repetidas vezes quando o Cauê era pequeno…

 

Well… o Cauê não gostou do berço e nem da cama de solteiro (devidamente protegida), demorou um pouco para se acostumar a dormir sozinho em seu quarto, por isso dormiu várias noites no nosso quarto, seja na nossa cama ou no colchão ao lado da nossa cama.

 

A Catarina, quando chegou da maternidade e eu a coloquei em seu berço, parecia que ela sabia que ali era o seu lugar. Ela realmente dormia muito bem e como bebêzinha, acordava durante à noite para as mamadas. Ok, super normal! Uma característica singular é que desde seus primeiros dias se mexia demais, mas como era pequenina, não havia problemas… Até que chegou uma noite em que acordou chorando porque estava batendo a cabeça na lateral do berço. Arrumei a menina no seu devido lugar e segurei a mão dela até voltar a dormir e voltei para  minha cama descansar… Seguiu essa ginástica de bater a cabeça, chorar, arrumar, segurar a mão, voltar a dormir, durante um bom tempo, até que chegou uma hora que meu físico não aguentava mais…

Decidimos colocá-la em um colchão de casal no chão para que quando acordasse de noite, faríamos companhia para ela. Resumindo: ela gosta da nossa companhia…

 

Eu sei que tem várias correntes que dizem que os pais não podem dormir com os filhos e na verdade fala-se tantas coisas…
Verdade que muitas vezes, nós pais tomamos decisões baseada naquilo que é mais prático e confortável para nós. Chegou uma hora que era totalmente desconfortável ficar do lado do berço com as mãos dadas com ela ou dando tapas no bumbum. Aliás, outra sugestão que me foi dada era deixar chorando de madrugada que a criança aprende a dormir sozinha. Ok, se você consegue, feliz de vocês. Nós dois, melhor, nós três não gostamos de ouvir a pequena chorando de madrugada. Não vou dizer que não tentamos, mas o coração partia e logo chegávamos para acalmá-la.

 

Técnicas existem milhares e você pode tentar todas elas, nada proibi que façam isso. Talvez pela experiência do mais velho, já chegamos na segunda mais “acostumados” com a ideia de dormir direito, de ter que abrir mão um do outro muitas vezes porque iríamos fazer companhia para a pequena.

Ah, talvez vocês vão dizer que ela não tem rotina. Tem sim e o Cauê sempre teve, mas não era isso a garantia de um sono estendido.

 

Hoje, o Cauê vai dormir sozinho quando está muito cansado e outras noites lemos estórias antes dele finalmente pegar no sono…. Mas pasmem… no seu próprio quarto.

 

 

Conclusão: TUDO PASSA… inclusive as noites mal dormidas… 😉

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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