Mãe de menino

125  Quando eu era criança, sempre quis ser mãe. Mas tinha que ser mãe de um menino primeiro pra só depois ser mãe de menina. Minha mãe sempre dizia que eu não podia escolher, era uma coisa que simplesmente iria acontecer.

Porém acho que meu desejo sempre foi tão grande que quando engravidei, fiquei com medo. Antes de saber o sexo do bebê, eu só olhava para as coisas de menino. Não parava nas araras femininas para olhar os vestidinhos, os frufrus. O mundo cor de rosa, simplesmente não chamava atenção.Bem que eu tentei começar a olhar, não queria que meu bebê se sentisse rejeitado. Quando veio o resultado… Mal pude acreditar, iria ser mãe de menino!!!

Menino é mais prático, a mãe combina a roupa e pronto. Não tem os detalhes! Não estou falando que ser mãe de menina é ruim, longe disso. Apenas na época não me imagina mãe de uma… um dia quem sabe o Cauê tenha uma irmãzinha pra ficar de olho. 😉

Para mim ser mãe de menino é realmente a realização de um sonho. Eu sempre fui meio menino quando criança. Subia em árvores, vivia machucada, estava sempre brincando no meio dos meninos, mas futebol eu continuo sendo uma negação.

Menino além de ser prático, é tão espuleta!

Nunca fiquei meio assim de limpá-lo (tem mãe que tem medo de mexer no órgão dele com medo de machucar), li que era importante limpar, prevenir a tal da fimose, etc.

Maior dificuldade como mãe de menino eu acho que é controlar a agressividade natural… Ele não é um menino agressivo, é enérgico e às vezes aprende umas coisas na escola que não sou muito a favor não! Tento descobrir com qual amigo ele aprendeu, e digo que não gosto que ele faça tal coisa. (isso não impede de que eu tenha que repetir milhões de vezes, mas eu tento!)

Eu não sei, pode ser  bobiça, mas sinto que tem aquela ligação a mais entre eu e ele. Algo nosso!

Nossos olhares nos dizem o que um sente pelo outro sem precisar de palavras. E eu realmente tenho orgulho disso.

Meu menino, é extremamente carinhoso, contudo, às vezes acontecem acidentes de percurso, um pé que sobra na canela ou uma cabeçada que sobra na boca… mas faz parte da brincadeira. O mais importante é saber pedir desculpas e continuar a brincadeira!

Amo ser mãe de menino… do meu menino! 🙂

Beijos

Karin

 

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Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey’s Anatomy!
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