Gritamos: Acessibilidade

Não sei aonde vocês moram, mas tenho percebido que esse tema não tem a devida atenção que merece em diversos lugares. Sou só eu? Existem basicamente dois tipos de deficiência: permanente e a temporária.

Permanente, não sei se esse é o termo correto, mas é aquela que não tem volta, será para sempre assim, cegos e cadeirantes são apenas dois exemplos. A temporária ela existe por apenas um período e podemos classificar como sendo uma mãe com carrinho de bebê, certo? Logo ele não precisará mais daquele artifício de locomoção.

Ambas são afetadas diretamente pela falta de infra-estrutura de uma cidade. E não, não temos que nos contentar e abaixar a cabeça, temos que reclamar e exigir dos nossos governantes pelo menos calçadas descentes para a circulação. É preciso achar uma solução, nem que ela venha junto com a ajuda da comunidade. Ã… Comunidade se mexer? Em que planeta eu vivo?

É uma necessidade, pessoas se tropeçam, se machucam, tem dificuldade para levantar seu meio de transporte, é péssimo pro turismo, pra propaganda da cidade. Penso que merecia inclusive incentivo dos governos para que os cidadãos preparem de forma uniforme as suas calçadas. Em alguns casos raros já existem lugares fazendo isso. É justo que todos os cidadãos possam ter livre acesso, afinal é um direito garantido pela constituição, certo? O direito de ir e vir.

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey's Anatomy!

3 thoughts on “Gritamos: Acessibilidade

  1. Ana says:

    Como a Cristiane eu tb só percebi isso ao usar o carrinho de bebê.
    Era impossivel em muitos trechos obrigando a ir para o meio da rua.
    Portas de loja sem espaço suficiente para entrar, calçadas com niveis diferentes, destruidas, carros estacionados em cima dela, cocô de cachorro…
    Fala-se muito pouco sobre isso. É preciso alertar para um problema que muitas vezes não vemos.
    Beijos!

  2. Bela says:

    Oi Karin,

    Poxa ainda continua assim no Brasil!?Eh lamentavel mesmo. Otima campanha a sua!!

    Embora eu nunca precisei de acessibilidade especial, sempre observo isso por aqui, e ate agora nao tem muito o que reclamar, os onibus,calcadas, entradas de estabelecimentos sao padronizados e adaptados para cadeira de roda e deficientes visuais.

    Tomara que isso mude em breve por ai!

    bjs

  3. Cristiane says:

    Depois que comecei a usar carrinho de bebê, penso sempre nos cadeirantes. E depois que tive filho, penso sempre nas filas preferenciais que não funcionam: são ainda mais lentas, quando existem.

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