E na hora de ir para a escolinha…

Oi meninas,

 

Você, mãezinha, carregou aquele serzinho em sua barriga… Passou horas com dores que você nunca imaginou sentir… Segurou em seus braços… Alimentou-o… Passou horas sem dormir… Tudo isso de forma incansável, uma doação completa e sem pensar. Fez por zelo, carinho, compaixão.. por amor!!! Um amor que jamais imaginou sentir. Cheirinho contagiante na casa. Chorinho único. E ninguém melhor que você para cuidar e amar ele, certo?!?

Certíssimo! Você é e sempre será insubstituível para seu filho. Nada substitui uma mãe!

Pelo menos esse é o meu pensamento. Aqui em casa, como em tantos outros, a minha renda também é importante para a família. Escolher uma escola de confiança faz parte do processo que muitas de nós mães precisamos passar.

Graças à Deus, minha filha estuda em uma escola excelente.

Quando fui fazer primeira visita na escolinha dela, ainda no ano passado, percebi o carinho das diretoras e professoras com as crianças. A comidinha com cheirinho de caseira e o amplo espaço que eles tem para brincar, tanto ao ar livre quanto no ambiente da sala de aprendizagem. A estrutura ainda oferece o contato com animais e frutas que podem ser colhidas direto do pé.

Eu estava segura que era uma escola de qualidade, no aprendizado, claro, mas principalmente no amor.

Se ela sofreu para se adaptar???

Acredito que não. Tem aquela semana que eles estranham, mas passou rápido. Quem demorou para se adaptar, na verdade, fui eu!!! kkkk…

Duas vezes precisei afastar a pequena por problemas de saúde e imunidade baixa, até se recuperar e ficar mais forte. Mas em nenhum momento cheguei a pensar se tinha escolhido o lugar certo para ela.

Sabe, hoje quando vejo a independência dela na escola fico tão feliz. Coloco ela na calçada e ela vai contente para a escola e até mesmo sozinha para a sala de aula. A autonomia de alimentar-se, escovar os dentes, lavar as mãos, tudo sozinha. Ela tem um ano e cinco meses e já está tão evoluída. Fico admirada, impressionada!!!

Claro, é um trabalho pedagógico que existe por trás. Talvez, se ficasse em casa, comigo, “daria” tudo na mão, teria todo o trabalho duro de escovar os dentes dela sempre e talvez iria “atrasar” o desenvolvimento dela. Não que isso seja ruim, de modo geral e grotesco, não acredito que seria ruim. Seria outra realidade, apenas isso. E com o tempo, provavelmente no meu tempo, iria incentivar a pequenas e independentes atitudes. De qualquer maneira, eu me sinto realizada toda vez que vejo ela feliz nesse ambiente escolar.

Portanto, após acompanhar a evolução de desenvolvimento dela é que posso afirmar: eu estou adaptada em deixar ela na escolinha e eu ir para o trabalho. Não foi fácil, não foi simples. Todo mundo me dizia: “mas é o melhor para ela”, “assim ela vai se desenvolver!” ou então “lá ela vai ter crianças para interagir e uma rotina para seguir”. Sim, todos são pontos fortes, mas nenhum era suficiente para fazer com que a minha adaptação a essa nova realidade fosse simplificada. Precisei de tempo e de ver o desenvolvimento dela.

Acredito que é assim com cada mãe. Todas nós temos o nosso tempo e não é forçando que atingiremos mais rápido. Temos que seguir nosso ritmo e nossos instintos! Afinal de contas, eles são tão preciosos!!!

 

 

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey's Anatomy!

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