Dor de crescimento – Você sabia que crescer pode doer?

Popularmente conhecida como ‘dor de crescimento’, a dor em membros é queixa comum no atendimento ambulatorial pediátrico e ortopédico. Ocorre predominante entre a faixa etária de 6 a 19 anos e corresponde a 15% das principais dores nas crianças. A médica pediatra Denise Katz (CRM 63548-SP) alerta sobre a forma correta de tratar e minimizar essa dor que pode ser bastante desconfortável.

O crescimento da criança pode ser influenciado por alguns fatores, como a altura familiar, alimentação, doenças severas e estresse emocional. Nesse período, além de um pouco desajeitadas, as crianças podem sofrer com alguns efeitos nada confortáveis, como: febre, dor de cabeça, dores nos membros inferiores, como a região da panturrilha, atrás dos joelhos e coxas.

Como identificar se é dor de crescimento?

Os especialistas associam esses sintomas à dor de crescimento e a definem como é uma dor noturna, súbita e não articular, que acorda a criança na idade pré-escolar e escolar e tem duração de 10 a 15 minutos. Seu inicio é comum no fim da tarde e noite, quando a musculatura relaxa. Em algumas situações, a dor é de forte intensidade, limitando a qualidade de vida nos aspectos físicos, emocionais, sociais e escolares.

“Em 90% dos casos, as dores nos membros não são orgânicas, assim como observado nas cefaleias e dores abdominais recorrentes. Por isso, é preciso ficar atento aos fatores que causam a dor, como: estresse, frio, atividade física excessiva e anormalidades ortopédicas e posturais.

O diagnóstico da ‘dor de crescimento’ é efeito em avaliação médica por exclusão de outras doenças. E pode ser prevenida evitando situações de estresse e com o incentivo de práticas físicas de baixa intensidade. Para aliviar a dor, uma vez que ela já se faz presente, é recomendado o uso de analgésicos como Ibuprofeno”, explica o Dr. Gabel.

 

Sobre Alivium

Alivium é um produto a base de Ibuprofeno, substância que apresenta ação antitérmica, indicada para diminuição da temperatura corporal e que age também como analgésico na diminuição das dores associadas a resfriados, gripes, torções, pancadas, dores musculares, cefaleia e cólicas menstruais. O medicamento está disponível em apresentações divididas em líquidos (Alivium 100mg/ml Gotas Oral (20ml), Alivium 50mg/ml Gotas Oral (30ml), Alivium 30mg/ml Suspensão (100ml) com seringa dosadora) para o público infantil; além das versões  voltadas para o público adulto: comprimidos (Alivium 400mg ) e a nova apresentação Alivium Cápsulas Líquidas 400mg

Referências

Dor em membros: a segunda queixa mais frequente de dores em crianças   1 – Oster J. Recurrent abdominal pain, headache and limb pains in children and adolescents.Pediatrics. 1972;50(3):429-36. 2. Duchamp M. Maladies de la croisance. In: Levrault FG (ed.). Mémoires de médicine practique. Paris: Jean-Frédéric Lobstein, 1823. 3. Barbosa CMPL, et al. Dor em membros em um serviço de reumatologia pediátrica.Rev Paul Pediatr. 2005;23(2):63-8. 4. Bowyer SL, Hollister JR. Limb painin childhood. Pediatr Clin North Am. 1984;31(5):1053-81. 5. Mikkelsson M, et al. Contributting factor to persistence of musculoeskeletalpain in pré adolescents, a prospective 1 year follow up study. Pain. 1998;77(1): 67-72. 6. Molina J. Dor musculoesquelética idiopática difusa na infância e na adolescência. Rev Paul Pediatr. 2011;29(2):294-9. 7. Friedland O, et al. Decreased bone speed of sound in children with growing pains measured by quantitative ultrasound. J Rheumatol. 2005;32(7):1354. 8. Forni JEN, Jalikhian W. Dor do crescimento. Ver Dor São Paulo. 2011;12(3):261-4. 9. UptoDate. Revisão da literatura. Disponível em: < http://www.uptodate.com>. Acesso em: 03.10. 2017

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey's Anatomy!