Convite especial

Oiiii queridas(os)…

Hoje eu tenho o prazer de receber no meu cantinho, uma blogueira que é muito querida, mãe dedicada de duas meninas lindas a Natália, dona do blog Minha Maria, ela foi a seguidora número 100 do meu cantinho, e eu a convidei para falar um pouquinho do que é a maternidade para ela:

Muita coisa a maternidade me ensinou, mas a mais extasiante foi descobrir que jamais teria tempo para mim mesma.

Isso foi constatado há oito anos na minha primeira viagem a maternagem, antes de um novo ser – a minha mais nova obra prima – e nos afortunar com sua chegada, e hoje tudo que faço é em dobro.

Tudo que faço são para elas, ou estão diretamente envolvidas.

O que posso afirmar é que escolhi o que é prioridade e me comprometi com isso.

Isso significa que muitas vezes eu passo o dia sem pentear os cabelos, semanas sem fazer as unhas, casa e roupas sujas, enfim tudo isso e mais um pouco.

Escolhi estar com el as, escolhi cozinhar as comidinhas delas, estar presente nas primeiras, segundas e todas as descobertas.

Confesso que às vezes esqueço até de mim. Mas é só olhar para aquelas carinhas mais lindas do mundo sorrindo para mim que me lembro que sou eu a responsável por essas vidas.

Eu escolhi isso, optei por me doar a maternidade. Não porque minhas condições financeiras me permitem isso. Deixei de lado minha carreira profissional para fazer eu mesma o que poderia ensinar a alguém. Não foi uma escolha fácil, pois tivemos que apertar daqui e apertar dali e somente com o marido trabalhando fora não teríamos uma vida regada a luxos.

Mas mesmo assim, não afirmo que isso seja um sacrifício, pois faço com total doação e amor. E que mãe faz ao contrário?

Essa minha escolha me rendeu frutos, hoje posso ficar com elas em casa e trabalhar em casa. Novas oportunidades surgiram e melhor do que eu havia planejado.

Mas não me iludo sei como é difícil ser mãe de duas, esposa, dona de casa, profissional e ainda mulher fatal.

Claro que não dá pra ser e fazer tudo ao mesmo tempo, alguma coisa fica mal feita, ou feita pela metade, mas é ai que está, tenho que fazer!

Sou da turma das mães chatas que preferem fazer a ensinar.

Tenho que me virar em dez e se precisar em vinte.

Descobri-me na maternidade.

De tudo que eu já quis ser um dia; médica veterinária, dentista, policial, professora e até caixa de supermercado (achava o máximo), a melhor coisa que eu posso ser hoje é mãe.

Porque quando nos tornamos mães deixamos de ser alguém para ser mãe de alguém e isso me soa tão suave aos ouvidos. Um orgulho bobo e muito gratificante.

Ser mãe é nascer de novo, crescer e descobrir-se como responsável pela vida de alguém além do seu próprio umbigo.

Alguém tão demasiadamente dependente de você hoje, mas com as asas abertas para alçar vôo amanhã.

Por isso aproveito cada segundinho ao lado delas, deixo de comer para ficar com elas, deixo qualquer particularidade de lado para estar com elas. Em família.

Nossa vida é regada de escolhas, a minha foi feita quando estávamos planejando a gravidez e já moldando como seria minha vida com a chegada de um novo integrante do bando.

E querem saber? Não existe na terra recompensa maior de viver que ser mãe!

E com isso me torno a mãe da Giulia e da Maria Clara.

Natália, querida, muito obrigada por demostrar sentimentos tão profundos e lindos, que Deus continue abençoando a sua vida e de toda sua família com muita saúde, paz e muito amor!

Tudo de bommmmm!!!

Beijos

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey’s Anatomy!
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