Cauê, o papagaio

Não vou dizer que por ele ser papagaio eu entendo de quem (fui) que ele puxou. A verdade é que é uma delícia ouvi-lo falando pelos cotovelos, coisas que eu entendo ou não, é divertido.

É interessante que ele observa os lábios se mexendo pra tentar fazer igual, entre erros e acertos o mais importante é tentar e praticar muito, por isso tento sempre conversar e apresentar novas palavras e objetos para que ele possa ir aprendendo através da repetição.

Comecei a perceber que mesmo quando eu não peço pra ele repetir ouço uma vozinha de fundo. Bom, muito bom, claro… Mas me faz ficar mais atenta a tudo que falamos perto dele. Aqui em casa, não temos o costume de falar “nomes feios”, nem quando assistimos futebol… hehe… Mas às vezes sai um “saco” ou um “droga” são simples palavras de revolta, porém não quero que meu filho de nem 2 anos de idade saia falando essas coisas por aí… Que feio!

Não me iludo em achar que nunca, jamais ele vai utilizar esse tipo de vocabulário (tudo bem, eu acho possível que ele nunca, jamais fale assim… :D) de qualquer jeito, agora é demasiadamente cedo para que ele aprenda esses tipos de palavras, não é mesmo?

E vocês… Que fazem? Como previnem? Já aconteceu das suas pecinhas saírem falando esse tipo de coisa e vocês serem pegas de surpresa? Como reagiram?

Mãe do Cauê e da Catarina 🙂




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