Brincando sem brinquedos: a imaginação é o limite!

Quem vê a quantidade de brinquedos disponíveis hoje em dia deve se perguntar como as crianças se divertiam antigamente. A resposta, é claro, está na imaginação. Podemos até parecer vovô e vovó falando assim, mas nos tempos “antigos”, qualquer objeto virava brincadeira. Para as crianças de hoje em dia, não parece lógico. Brincando sem brinquedos? Mas não é porque os tempos mudaram que a criatividade da criançada acabou – quer ver?

Siga as dicas abaixo três exemplos de como a mente fértil de uma criança independe de quando ela nasceu!

Brincando sem brinquedo: Como é possível?

  1. Brincadeiras apenas com papel e lápis

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Existem inúmeras maneiras de se divertir apenas com uma folha de papel. Por exemplo, dobrando a folha você pode fazer origami (quer saber como fazer origami? Clique aqui). Ou então você pode escrever histórias, brincar de colorir ou brincar de jogos como ligue os pontos, forca ou labirinto!

  1. Brincar de teatro

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Crianças simplesmente amam ouvir e contar histórias. Para brincar de teatro, você só precisa começar uma história: “Era uma vez

!” e pronto – isso é tudo que uma criança precisa para entrar em um mundo de faz-de-conta. Se você quiser, pode designar uma área como o “palco”, ou usar objetos e peças de roupa para ajudar a criar esse mundo de diversão.

  1. Criar fantoches

brincando sem brinquedo

Outra brincadeira que você pode criar com quase nada é fazer e brincar com fantoches. Já viu como uma simples meia usada na mão parece criar vida própria? Ou um cachecol enrolado? E que tal a famosa “vovozinha” feita ao enrolar uma toalha na sua mão, com olhos de feijão? Improvise com o que tiver à mão: as crianças tem um lindo dom de personificar objetos.

Quais os benefícios de brincar sem brinquedo?

Muitos! O mais óbvio é exercitar a criatividade. Criar diversão é muito mais prazeroso do que “obedecer” a diversão, ou seja, as regras de um jogo já existente. Além disso, ao criar algo, a criança percebe que suas ideias e esforço acabam em um resultado – seja ele físico (como fazer origami, por exemplo) ou simplesmente pura diversão.

Em brincadeiras como teatro ou cantar músicas, a criança aprende a se expressar através da arte, o que é superimportante para desenvolver a auto estima e para aprender a tomar riscos. Através de um personagem ou fantoche, elas podem desenvolver a auto estima para expressar certos sentimentos sem o “peso” de serem julgadas – afinal, estão “apenas brincando”!

Papais e mamães, lembrem-se: é importante deixar que as crianças brinquem e explorem as brincadeiras sem a obrigação de brincar “da maneira certa” e sem sentirem vergonha. Essa é a hora para a confiança da criança em si mesma e nos pais aflorar de verdade.

Se a imaginação é o limite, vale lembrar que não há limites para a imaginação. Boa diversão!

 

Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey's Anatomy!

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