7 coisas que você precisa saber sobre o nascimento dos dentes

A fase do nascimento dos dentes no bebê vem permeada de mitos e verdades. Eis algumas das dúvidas mais frequentes:

  1. Qual a idade certa para iniciar esse processo?

O rompimento geralmente inicia entre 6 e 7 meses.

  1. O que fazer se o nascimento estiver muito atrasado?

Caso o rompimento ultrapasse os 10 meses de idade recomenda-se consultar o odontopediatra para investigar possíveis causas desse atraso.

nascimento dos dentes

  1. Quais são as possíveis causas de retardo no nascimento dos dentes do bebê?

Alguns fatores podem atrasar esse processo, como por exemplo crianças nascidas prematuras, desnutrição maternal durante a gestação ou da criança nos primeiros meses de vida e algumas doenças genéticas e hormonais.

Crianças que não iniciam a alimentação sólida e permanecem apenas no aleitamento após os seis meses de idade também podem sofrer atraso.

  1. Quantos dentes compõe a dentição de leite?

A dentição de leite é composta por 20 dentes.

  1. Quais os sintomas locais e no organismo da criança?

Com relação aos sintomas locais temos: inflamação gengival, mucosa avermelhada e inchada e coceira na região.

  1. Posso amenizar o desconforto do nascimento dos dentes do bebê de alguma maneira?

Alguns odontopediatra prescrevem analgésicos e pomadas para aliviar o desconforto, além de mordedores, mas a mãe jamais deverá fazer automedicação.

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  1. É verdade que o nascimento dos dentes pode provocar febre ou diarreia?

Quando se trata de sintomas gerais, as queixas mais comuns são: febre, tosse, coriza, salivação, diarreia, vômitos, irritabilidade, perda de apetite e diminuição do sono, o que as mães acreditam ter ligação direta com o rompimento dos dentes.

A verdade é que não há comprovação científica desta correlação, no entanto, o fato da criança estar em processo de formação da imunidade somado ao fato dela estar levando todo e qualquer objeto à boca (a fim de aliviar o desconforto), pode acabar levando bactérias para o organismo causadoras de infecções e, como consequência, desencadear os sintomas descritos.

Nesse caso, tanto o odontopediatra como o pediatra deverão ser consultados para que, em conjunto, possam ajudar mãe e criança a passarem por essa fase da melhor maneira possível.

 

O melhor remédio é e sempre será: amor, paciência e informações corretas!

 

Odontologia – Universidade de Marília/SP (1993)
Odontopediatria – SPEO – Curitiba/PR (1998)




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