3 dicas para tornar as férias inesquecíveis

Oiii…

 

Época de voltar as aulas e das crianças contarem todas as travessuras que aprontaram nas férias. Não sei como vocês fizeram por aí… Mas aqui, o mais velho foi ficar duas semanas na casa da minha mãe e a pequena ficou uma semana na casa da dinda. Quando a gente não tem como gozar de férias ao mesmo tempo que os filhos, o suporte familiar é mais que bem vindo!!!

Mas vamos lá…

Cauê na casa da avó, deixa eu explicar: Vovó daquelas que deixa fazer tudo, que pula na cama junto se deixar, mas que até corrige quando precisa (Ufa!). Vocês conseguem imaginar o tamanho da bagunça? Agora se segura na cadeira que lá vem as dicas frequinhas dessas férias de julho:

#1: Tiroleza!

É o máximo! Fala sério… até mesmo para nós adultos! Recebo um áudio (viva o whatsapp!): “Mãe eu até tava com medo de ir na tiroleza grande, mas daí fui na pequena e perdi o medo. Daí eu fui na grande!…. Marcou história! Tem como negar que aquele frio da barriga, aquela sensação que nunca mais vai ser esquecida… Já estou até imaginando ele compartilhando com os amiguinhos…

#2: Vulcão!

Construa um vulcão! Sabe daqueles que a gente fazia experiência nas aulas de ciência, pois é… aqui o lance não é explicar as reações químicas e sim ver a alegria e o brilho no olhar pela descoberta, pela magia de fazer algo com suas próprias mãos, pela alegria do borbulhar do vulcão e essas coisas… Recebo um vídeo: “Mãe, agora a gente está colocando a areia, depois vamos abrir a garrafa e derramar o vinagre para fazer o vulcão entrar em erupção”. Alegria é pouca! Os dinossauros participaram do cenário, folhas, tudo esquematizado para a brincadeira.

#3: Barranco!

A brincadeira da minha infância (Sim, não nasci em cidade grande e as brincadeiras eram mais arcaicas do que as de hoje em dia), lembranças das nossas férias também. Quando meus primos chegavam em nossa casa, íamos na loja de calçados da cidade (só tinha uma), pegávamos caixas de papelão e escorregávamos no barranco próximo a minha escola. Minha mãe fez a mesma coisa com o Cauê, levou ele escorregar em um barranco! Com o vídeo abaixo, não preciso comentar… que apesar dos pesares… o sorriso no final do vídeo mostra o quanto é divertido!

Delícia gente!!! Isso é viver, é aprender, é se divertir! Sair do virtual e viver o real! Quer tornar as férias dos seus filhos e/ou netos, vivencie com eles coisas diferentes. Acredito que assim iremos criar crianças mais seguras, mais criativas, mais esperançosas, mais alegres, mais dinâmicas, mais amadas, mais perceptivas, mais próximas, mais unidas, mais conscientes. Conviver é trocar experiências, gestos, palavras, olhares. Eles precisam disso… mas na correria do dia-a-dia, acredito que nós precisamos muito mais do que eles. Eles renovam nossas energias quando nos dedicamos à eles.

Eles não precisam de mais brinquedos, precisam de mais presença!

 

Uma excelente e abençoada semana!

Beijos

 

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Mãe do Cauê e da Catarina, esposa do Diogo Petermann. Casada há 11 anos. Apaixonada por brigadeiro de panela, pipoca e Grey’s Anatomy!
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