Mamãe & Cia
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Alimentos para aumentar a imunidade

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Com a chegada do inverno, a imunidade tem a sofrer uns abalos, e por isso é importante que cuidemos um pouquinho melhor da nosso imunidade, afim de manter gripes, resfriados e inflamações bem longe dos nossos portões. Para isso, fui pesquisar, como podemos acrescentar alguns alimentos para aumentar a imunidade.

No site Minha Vida, trás uma lista de 9 alimentos que tem essa função, por tanto vale a pena verificar:

  • Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo
  • Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo
  • Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico
  • Noz, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade
  • Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo
  • O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo
  • A castanha-do-Pará e cogumelos (Champignon) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo
  • Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo
  • A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções

 

Claro que pode acontecer de não gostar de um alimento ou outro, mas vale a pena acrescentarmos mais daqueles que sabemos que faz diferença. A homeopata do meu filho, sempre disse pra eu colocar muito inhame no nosso dia a dia, para que aumentasse a imunidade do pequeno. Não sei se era efeito psicológico, mas eu acredito que ajudava…

E falando nisso…estou pensando em ir as compras e fazer aquela comida gostosa, que só a mamãe sabe fazer, não é mesmo?

Educação no trânsito

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Educação vem de berço e claro, começa desde cedinho! Tudo bem que um bebê dificilmente vai entender alguma coisa sobre trânsito, mas nós pais, já entendemos. Então se é lei, querendo nós ou não, devemos ensinar nossos filhos a sentarem nos seus devidos lugares: cadeirinhas próprias para sua idade, além de ser mais seguro já estamos ensinando que devemos respeitar as leis.

Quando eles se tornam maiores, ficam mais curiosos e também mais observadores!

Nosso filho, aprendeu direita e esquerda, também aprendeu que as setas “falam”! Ele fica na cadeirinha dele só observando para que lado as setas de sinalização vão indicar e grita: “tudo para a direita”… ou esquerda! Outra coisa interessante é como ele fica atento as placas normais de sinalização: siga em frente ou vire a direita, faixa de bicicleta, etc. Interessante também é quando estamos a pé, ele sabe certinho quando pode atravessar a rua, brinca com os sinaleiros dizendo que está verde pros carros e o nosso bonequinho está vermelho.

Ao observar nosso pequeno, vejo como é importante nós como pais obedecermos as regras da sociedade, tenho certeza que mais tarde não vou ter que ficar no pé toda santa hora para ele atravessar na faixa de pedestres. Sei que às vezes é muito empenho caminhar até uma faixa, mas faço isso pra ensiná-lo e acabo ganhando segurança!

Aqui na cidade que moro e em algumas outras, os motoristas estão criando o hábito de ligar o alerta próximo as faixas de pedestre, permitindo que os pedestres saibam que poderão atravessar tranquilamente e também alertando aos outros motoristas que tomem cuidado pelo mesmo motivo!

 

Educação no trânsito começa mais cedo que nós podemos imaginar… Como queremos que sejam os futuros motoristas???

E vocês, já perceberam alguns sinais que seus filhos se interessam por placas também??? hehehe

 

 

Beijinhos,

Karin

Gel antisséptico

Depois do post de sexta-feira fiquei pensando nas opções que o mercado oferece desse item fundamental para as nossas bolsas… E descobri que na verdade não existem tantas opções assim, confiáveis! Encontrei uma coisa bem bacana, uma pesquisa realizada pela Revista Veja que quero compartilhar aqui com vocês:

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Para conferir a reportagem completa: Acesse aqui

 

Na verdade, até pelos gráficos percebemos que nada substitui a lavagem das mãos com água e sabão, temos que cuidar também para não fazer o uso excessivo do gel e torná-lo um vício. Deve ser usado quando não temos como recorrer a método mais tradicional, digamos assim.
Vale lembrar que na composição do gel antisséptico existe uma porcentagem relativa de álcool, que naturalmente em sua propriedade tende a ressecar as mãos. Por isso é importante também carregarmos sempre um creme hidratante para as mãos.

Vamos manter nossas mãos sempre limpas e deixar as doenças para fora de nossa casa! Amém!!!

 

Beijinhos

Karin

 

Vídeo Patrocinado – Lifebuoy

 

Sou daquelas mães que sempre pensou que quando tivesse filhos deixaria livre para brincar a vontade! Nunca fui restrita, deixei engatinhar pela casa (claro que sempre procurei deixar o ambiente limpo… e como vai álcool lá em casa desde então!!).

 

Mas ao mesmo tempo que incentivamos o pequeno a brincar, pegamos no pé com a higiene: lavar as mãos e escovar os dentes. E quando manifesta o “do contra” entram os “bichinhos”. A velha historinha dos bichinhos que vão deixar o dente preto ou então que pode dar dor de barriga se não lavar as mãos.

 

Nós sabemos o que são cáries e micróbios mas falar de algo invisível aos olhos dele exige um tanto de criatividade. Na verdade, uma grande parte das doenças infecciosas nós podemos evitar simplesmente pelo fato de lavar as mãos nas horas “certas”. E eu tive uma pequena ajuda da Lifebuoy para descobrir estas horas “certas”:

Quando lavar as mãos

Existem vários ambientes do seu dia a dia em que você entra em contato com germes. Se você não lavar suas mãos corretamente, poderá passar os germes para outras pessoas – ou até para si mesmo, ao tocar os olhos, boca, nariz ou machucados em seu corpo.

Portanto, é importante se certificar que você e seus filhos se lembrem de lavar as mãos com água e sabão:

  • Depois de tossir ou espirrar
  • Depois de ir ao banheiro
  • Depois de mexer em animais
  • Ao preparar, servir ou comer refeições (especialmente carne)
  • Antes e depois de estar com alguém doente
  • Quando tiver saído em lugares públicos ou lotados
  • Depois de chegar em casa do trabalho ou da escola
Fonte: Lifebuoy

 

Pode ser bobo ou irrelevante falar sobre um assunto tão rotineiro, contudo, às vezes esquecemos a importância. Olha só a lista das doenças infecciosas que podemos evitar: ”Os microrganismos mais comuns transmitidos pelo contato das mãos são: Escherichia coli., H1N1, Klebsiella pneumoniae, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus epidermis, Streptococcus pyogenes, que estão relacionados com a transmissão de algumas doenças, tais como: diarreia, infecção estomacal, gripe, infecções respiratória, infecções de ouvido,  infecção de pele e dor de garganta 8. ” Fonte: Unilever Healthy Institute (recomendo a leitura completa!)
*** Só pra lembrar, possível ligar legendas em português no vídeo, no botão CC!!!

Eu fiquei espantada ao assistir o vídeo. Particularmente eu não fazia idéia das condições precárias e que tantas crianças morrem pela falta de conscientização. Depois do vídeo, lavar as mãos deixou de ser bobo, não é mesmo? Uma criança fazer 5 anos… se tornou algo muito mais que especial. É um marco!

 

Claro que o post é patrocinado, mas isso não me impede de pesquisar: a Lifebuoy é uma empresa muito sólida no mercado, seus produtos tem base científica e realmente funcionam, eliminando boa parte dos microorganismos nocivos à saúde. Com certeza temos uma grande aliada na promoção da higiene mundial. Vocês sabiam disso tudo? Nem eu!

 

Brincar faz mais do que bem para nossas crianças, além de gastarem energia, se tornam amantes da natureza e muito mais saudáveis. Agora, criança limpinha, cheirosa e protegida… É muito bom também!

 

Ajudem a espalhar essa notícia. Quanto mais pessoas souberem da importância real de lavar as mãos, com certeza estaremos ajudando muitas crianças ao redor do mundo.

 

Beijinhos
Karin

* Este post foi patrocinado pela Lifebuoy

Hora certa de tirar as fraldas?!

 

Oi pessoas lindas, queridas e amadas…

 

O tema de ontem foi desfralde noturno, certo?
E olha só que legal que chegou pra mim… Um teste desenvolvido pela psicóloga e psicanalista Christine Bruder, fundadora do berçário Primetime Child Development… afinal de contas quantas de nós já chegamos a ficar pensando se estava na hora certa de fazer o desfralde…

Mães, sempre cheia das dúvidas…e isso é a coisa mais normal do mundo…

Vamos conferir o teste! Espero que ajude a tirar as dúvidas, viu!!!

 

Questionário Primetime de prontidão para o Desfraldamento Diurno

Christine Bruder

1)      Quando a criança faz xixi na fralda:

a.      Não repara ou não se importa em estar de fralda suja e continua usando-a sem reclamar.

b.      Percebe que está de fralda suja, mas não tem pressa em trocá-la.

c.      Às vezes não se importa, outras vezes pede para a fralda ser trocada.

d.     Sempre avisa que sujou a fralda e não gosta de ficar suja.

e.      Avisa antes que vai fazer xixi.

 

2)     Quando a criança faz cocô na fralda:

a.      Não dá nenhum sinal. O adulto percebe apenas pelo cheiro.

b.      Às vezes demonstra que está fazendo, outras vezes continua distraída brincando.

c.      Para tudo que está fazendo e se concentra, vai para um canto da sala ou se afasta um pouco.

d.     Pede imediatamente para ser trocada e limpa.

e.      Avisa antes que vai fazer cocô.

 

3)     A criança normalmente faz cocô:

a.      Em horários variados. É imprevisível.

b.      Não é sempre nos mesmos horários, mas sabemos quando é hora, pois ela dá sinais disso.

c.      Em horários regulares e previsíveis.

d.     Praticamente na mesma hora todos os dias.

 

4)     A criança entende o significado das palavras molhado /seco, sujo/limpo, sentar, ir ao banheiro.

a.      Ainda não entende o significado delas.

b.       Entende o significado de algumas dessas palavras.

c.      Entende claramente.

d.     Entende o significado dessas palavras e de ações mais complexas como colocar algumas peças no cesto de roupa suja ou como limpar seu suco derramado.

 

5)      Quando o adulto pede à criança para guardar seus brinquedos ela:

a.      Acaba brincando mais um pouco e esquece-se de guardá-los.

b.      Às vezes colabora na arrumação, outras vezes acaba se distraindo.

c.      Ajuda a guardar orgulhosamente seus brinquedos.

d.     O adulto não precisa mais pedir. Ao terminar de brincar ela guarda seus brinquedos.

 

6)     Quando a criança tenta se vestir sozinha:

a.      Não sabe como proceder.

b.      Sabe aonde vestir cada peça, mas efetivamente não consegue.

c.      Consegue com alguma ajuda vestir peças simples como uma calça de elástico.

d.     Consegue vestir sozinha suas calças, camiseta e meias, mas ainda não fecha zíperes ou botões.

 

7)     Quando a criança ouve uma história contada a partir de um livro:

a.      Parece não perceber que a história está sendo contada e, portanto continua brincando.

b.      Fica parada escutando pelo menos as primeiras duas páginas.

c.      Às vezes fica parada para escutar toda história, outras vezes se distrai com outras coisas e sai de perto. Quando está escutando, se interessa bastante pelas figuras do livro.

d.     Senta-se para escutar um ou dois livros curtos apontando as figuras.

e.      Senta-se para escutar quantos livros ou histórias o adulto estiver disposto a contar. Comenta sobre os elementos da história e faz relações com a própria vida.

 

8)     Ao imitar as ações de outras crianças ou adultos:

a.      Ainda não possui esse hábito.

b.      Imita quando um adulto pede ou demonstra (bater palminha, dar “tchau” com a mãozinha, por ex.)

c.      De vez em quando imita espontaneamente o comportamento de outras crianças ou adultos.

d.     Imita frequentemente a todos.

 

9)     Quando a criança vê outra criança ou adulto usando o banheiro (vaso sanitário):

a.      Continua brincando sem notar.

b.      Às vezes se interessa pelo fato, outras vezes não dá atenção.

c.      Fica curiosa a respeito da descarga, do papel, do vaso sanitário e demonstra interesse em experimenta-lo.

d.     Algumas vezes experimenta espontaneamente usar o vaso sanitário e demonstra entender como é o processo.

 

10) É necessário trocar a fralda da criança:

a.      Aproximadamente a cada duas horas.

b.      Depende. Às vezes a cada três ou quatro horas.

c.      Algumas vezes a fralda está seca durante o dia.

d.     Geralmente a fralda está seca quando o adulto vai trocar, quando está molhada é por que a criança fez muito xixi deixando a fralda cheia, na capacidade máxima.

 

11)  A criança é:

a.      Menor de 18 meses

b.      Tem entre 18 e 24 meses

c.      Entre 24 e 30 meses

d.     Entre 30 e 36 meses

e.      Tem 36 meses ou mais

 

12) Com relação à capacidade de se locomover, a criança:

a.      Engatinha, se arrasta ou deu os primeiros passos recentemente (há três meses ou menos ).

b.      Anda com pouco equilíbrio e precisa eventualmente que o adulto dê a mão a ela.

c.      Anda independentemente, com bom equilíbrio e coordenação de um ambiente ao outro.

d.     Anda muito bem e é capaz de ir sozinha a um banheiro conhecido, baixar as calças ou levantar o vestido e se sentar no vaso sanitário.

 

13) Com relação à capacidade de se comunicar, de se fazer entender, a criança:

a.      Está começando a se comunicar através de sílabas básicas (ma, da, pa, por ex.).

b.      Faz-se entender com o uso de palavras simples (mamã, qué, nenê, por ex.).

c.      Tem um bom vocabulário, nomeia a maioria dos objetos e ações.

d.     Já forma sentenças simples (Eu quero fazer xixi, por ex.).

 

14)  Como o adulto se sente com relação ao fato da criança usar fraldas:

a.      Gosta da intimidade e interação proporcionada pelos momentos de trocas de fralda.

b.      É indiferente a respeito.

c.      Pensa em iniciar uma nova etapa ajudando a criança a usar o banheiro.

d.     Não vê a hora de deixar as trocas de fraldas para trás.

 

15) Como o adulto se sente a respeito do desfraldamento da criança:

a.      Não crê que a criança esteja pronta ou não tem pensado muito a respeito.

b.      Ok. Faz parte do crescimento da criança e do papel dos pais incentivá-la.

c.      Acha que a criança está pronta e se sente pronto também.

d.     Animado com essa nova fase de crescimento e independência da criança.

 

16) A ideia de desfraldar a criança:

a.      Partiu da exigência da escola, que não conhece intimamente a criança. A criança só poderá ingressar na escola caso esteja desfraldada.

b.      Surgiu da comparação com primos e filhos de amigos da mesma idade que já estão desfraldados.

c.      Partiu da observação de que a criança parece pronta.

d.     Partiu da própria criança.

 

17) Como a criança demonstra sua necessidade de independência:

a.      Aceita bem que o adulto cuide de todas as suas necessidades: vesti-la, banhá-la, colocá-la na cadeirinha do carro, etc.

b.      De vez em quando quer participar e ajudar o adulto a cuidar dela.

c.      Frequentemente quer se cuidar sozinha, mesmo sem sucesso.

d.     O lema da criança é: “Eu faço!” e fica brava se o adulto tentar ajudar.

 

18) Quando a criança tenta colocar as meias, subir na cadeirinha do carro ou se servir sozinho de suco a reação do adulto geralmente é:

a.      Fazer por ela.  Ela ainda não consegue, mesmo que queira fazê-lo.

b.      Depende do dia e do que exatamente ela está tentando fazer sozinha.

c.      Se houver tempo, incentivá-la.

d.     Deixar que a criança faça sozinha. Mesmo que leve mais tempo.

e.      Ela já consegue fazer essas coisas sozinha e com sucesso.

 

19)  A família da criança:

a.      Está passando por um período de separações ou perdas.

b.      Está se preparando para a chegada de um novo irmão para a criança.

c.      Está passando por um momento de mudanças, seja na constituição familiar, seja de endereço ou rotina.

d.     Vive um momento de estabilidade.

20) Com relação aos “acidentes” comuns ao processo de desfraldamento, os adultos;

a.      Não estão dispostos a diversas vezes ao dia trocar a roupa da criança, limpar o carro e a casa.

b.      Estão dispostos a enfrentar os “acidentes” por uma semana, 10 dias.

c.      Incomodam-se pouco com “acidentes” comuns ao processo.

d.     Sabem que os “acidentes” são inevitáveis, são pacientes e se dispõem a tolerá-los.

Total de respostas

a._________x  0 = _______

b._________x 1= _______

c._________x 2= _______

d._________x 3= _______

e._________x 4=________

Soma total = _________

0 a 23 – Espere

A criança não dá sinais suficientes de estar preparada física ou psicologicamente para iniciar essa importante etapa de seu crescimento. Além de precisar estar muito motivada, a criança precisa ter condições de perseverar e levar adiante o processo de desfraldamento com alguma independência. Antecipar o processo nesses casos pode refletir negativamente na autoestima e segurança da criança. Iniciar o desfraldamento sem a criança estar realmente madura pode fazer com que o processo se estenda por meses ou tenha que ser suspenso, além de gerar frustrações desnecessárias a todos. Se for possível, espere e volte a fazer o teste daqui algum tempo.

24 a 46 – Prepare a criança

A criança já dá alguns sinais importantes de prontidão e com a sua ajuda ela estará preparada para usar o banheiro independentemente em um futuro próximo. Enquanto ainda usa fraldas, leia para ela alguns livros infantis sobre o tema e deixe que ela experimente usar o vaso sanitário sempre que quiser, espontaneamente, sem compromisso.  Favoreça sua independência dando tempo e oportunidade a ela para que aperfeiçoe suas habilidades motoras em alguns cuidados pessoais básicos como se vestir, se lavar, se enxugar, comer sozinha, etc., mesmo que o resultado não seja perfeito. Elogie seus esforços e seja paciente. As fraldas ainda são úteis, mas em breve deixarão de ser.

47 a 65 – Inicie o Desfraldamento

A criança tem condições de iniciar o processo de desfraldamento com sucesso!  Ela dá sinais de estar suficientemente motivada e amadurecida para dar esse passo. Se você não tem experiência com o processo de desfraldamento, procure dicas e orientações com outras mães ou educadoras. Se já é experiente, planeje com a criança a compra de cuecas/calcinhas e explique a ela como vai ser. Não se esqueça de assegurar à criança de que “acidentes” são normais e esperados, parte do aprendizado. A essa altura, ela possui boa consciência corporal, habilidades motoras e de independência para assumir o controle do processo, cabe ao adulto dar suporte e lembrá-la regularmente de ir ao banheiro. Mantenha uma atitude positiva e espere um processo calmo e prazeroso!

 

 

Depois corre aqui no blog contar, e dizer se ajudou ou atrapalhou… hehehe

 

Beijinhos

Karin

Fralda Noturna

 

Oi pessoas…

 

Estou aqui pensando com meus botões e quero, na verdade, uma ajudinha de vocês!!! ;)

 

Quem já passou pelo desfralde noturno??? Quem está passando???

Help, I need somebody help!!!

Então meu pequeno, já não é mais tão pequeno… 3 anos! (como o tempo passa rápido!) E na verdade eu ainda não tirei a fralda noturna.

Ele bebe razoavelmente bem água, principalmente depois que chega da escola, e faço questão que beba muita água, porque senão o intestino dele fica ressecado… e daí é muito sofrimento depois, sabe!

Sempre antes de dormir levamos ele ao banheiro, pra tentar amenizar a fralda! Muitas vezes tem dado certo… a fralda acorda sequinha, mas tem dias que nossa… super hiper mega maxi cheia!!!

Fico ainda insegura em retirar a fralda noturna ainda…

Alguém pode me contar como foi o desfralde noturno aí???

 

Beijinhos

Karin

Valores

 

Desde sempre ouvi que o caráter de uma criança se forma até os 7 anos; na adolescência apenas ajustamos as arestas, sabe! ;) Se formos analisar, nossos filhos testam nossa “capacidade” como pais desde o dia que nasceu! Vamos analisar:

- Se toda vez que chorar dermos à eles alimento (peito ou mamadeira) é provável que  eles criem hábito de chorar com frequência  para que eles ganhem o que se habituaram. O mesmo vale para o colo… Ou vocês nunca nunca ouviram uma mãe reclamar que não consegue fazer nada porque o filho só quer ficar no colo.

- Se quando vamos ao mercado o filho sempre ganha o que quer, e quando dizemos “não” ele faz aquele escândalo e então cedemos à sua vontade, tudo pra não passar mais vergonha.

- Na adolescência, o filho tem que ter o celular da moda porque TODOS na sala dele tem… etc

Verdade seja dita, o querer é natural do ser humano, é bom que tenhamos desejos na vida, contudo, para tudo deve haver moderação!

Se tivermos consciência de que nossos são nosso reflexo… O que estamos mostrando pro mundo a nosso respeito? Uma coisa que vejo com frequência, são pessoas de todas as idades jogando lixo na rua. A única coisa que consigo pensar é que nunca foram ensinadas que o lugar de lixo é no lixo. Sabe o que é mais engraçado , EU fico  sem graça  quando meu filho olha o lixo na rua e diz “que coisa feia esse lixo na rua” fico sem graça pelo fato das pessoas sujarem, não quero morar numa casa suja, e nem numa cidade suja… isso é além de educação, consciência! A única coisa que posso fazer é ensinar e fazer o correto, não é mesmo?

Nossos valores são os ensinamentos que recebemos dos nossos pais ou da nossa comunidade, somos quem somos por causa da nossa criação e das influências que recebemos durante nossa infância. Não será diferente com nossos filhos!!!

Fiquei admirada com a frase que li no livro da Tânia Zagury – Educar sem culpa –  porque é exatamente o que penso à respeito das nossas crianças e seu futuro, por isso faço dela as minhas palavras:

“O legado moral que passamos aos nossos filhos poderá, o meu ver, determinar futuramente até mesmo uma mudança de valores na nossa sociedade. Se cada pai em sua casa desenvolver nos seus filhos condutas éticas – pensem! – multiplicando-se isso pelo número de lares, então teremos muitos e muitos indivíduos preocupados com os seus semelhantes.” Tânia Zagury – Educar sem culpa, p. 38. 2007.

 

É por isso que eu acredito muito na educação e procuro me esforçar diariamente para educar meu filho da melhor maneira possível, porque acredito que geração irá criar impacto na sociedade e nos valores vigentes. Eu acredito que mesmo que os outros não façam diferença, ele fará… no círculo de influência dele.

Costumo dizer que é fácil ter filhos, duro é educá-los, mas de uma coisa tenho absoluta certeza: Vale a pena! :D

 

Cansada demais pra brincar?

 

Quantos de nós  já ficamos com consciência pesada às vezes porque não estamos tão afim assim de brincar com nossos filhos depois de um dia inteiro de trabalho? Ou então, respondemos as vontades deles e brincamos… mas não demora muito e cansamos (enquanto eles poderiam repetir a brincadeira infinitas vezes!)… e muitas vezes continuamos a brincadeira mesmo sem vontade!

Na verdade, nós pais, fazemos cada coisa por nossos filhos, tudo para agradar! Se duvidar, até bananeira nós plantamos!!! kkkk… Abramos mãos de tanta coisa e quando não fazemos, aparece a mardita da culpa! =/

Comecei a ler um livro hoje: Educar sem culpa – Tânia Zagury – tenho certeza que vai ser atemporal, ajudar a educar agora e depois na adolescência também!

O capítulo primeiro trata exatamente sobre a questão da culpa que essa geração de pais enfrenta, causada principalmente pela ausência. Fato é, ninguém tem fórmula pronta para a educação, na verdade todos tentam acertar e fazer o melhor para os filhos. O que achei interessante foi o ponto de vista levantado pela Tânia em relação a “obrigação” de brincar e dar atenção. Ela comenta que obviamente é essencial a atenção, carinho e respeito. Contudo ela comenta sobre a sensitividade dos nossos pequenos!

Nós muitas vezes esquecemos de quanto eles podem sentir as nossas vibrações de alegria, tristeza e impaciência! Ou seja, se estamos nos divertindo e felizes com aquele momento, a criança percebe quando é algo natural e não forçado, assim como também ela sabe que estamos de “saco cheio” da brincadeira. Adultos conseguem ser criança por tempo limitado… brincamos uma hora, talvez até duas… mas logo lembramos das nossas obrigações como adultos.

Diante desses fatos, parece difícil conciliar o fortalecimento do elo existente entre pais e filhos e podemos pensar: “Como então devo proceder se sei que meu filho precisa de carinho, amor e atenção, mas estou cansada demais para dedicar-me à ele?”

A resposta na verdade é simples e provavelmente você já praticou muitas vezes sem perceber!

Enquanto seu filho ficaria brincando horas a fio de bater os carrinhos ou de fazer comidinhas pra você e você, claro.. não aguenta mais!

Convide seus filhos a ficarem próximos a você!!!

Simples… falei!

 

Então se está passando roupa, convide para que ele guarde as meias ou então traga os brinquedos e fique pertinho de você! Se você está imensamente cansada (o) convide seu filho para tomar aquele banho pra depois assistir o filme favorito dele! Ok pais.. pode ser pelo milésima vez, mas ele vai ficar feliz da vida de ficar jogado no sofá com o paizão ou maezona dele do lado enquanto você pode descansar um pouquinho.

Eu também enfrento isso, e não quer dizer que sou perfeita em 100% do tempo. Mas eu tento! E cada vez que eu convido meu filho para fazer alguma coisa junto comigo vejo a felicidade nos olhos dele, a vontade que ele tem de participar… No fundo sei que isso desperta dentro dele um sentimento de aceitação e amor!

Precisamos aproveitar cada minuto do tempo deles conosco… essa é a verdade, porque depois eles crescem e criam asas!!! Mas lembrem-se… sem obrigação nas costas, viu!

 

Deixo a dica do livro, viu!!! Depois me contem o que vocês acharam!

 

Beijos

Karin

As crianças e o dinheiro

 

Toda educação vem de casa, certo?

Porque então muitas vezes não abordamos e procuramos ensinar nossos filhos a administrarem seu próprio dinheiro?

O consumismo rola a solta e se queremos que nossos filhos sejam conscientes do mundo que vivem, que consumam com moderação e não se deixem influenciar pela mídia, creio que sim, devemos ensinar nossos filhos desde pequenos a entenderem de dinheiro.

Parece algo surreal para ensinar, não é mesmo? Também fico pensando como proceder para ajudá-los a crescer nesse sentido.

E procurando sobre isso, achei uma matéria no Uol Economia que apoia esse tipo de ensinamento e gostaria de compartilhar com vocês:

Compensar a ausência dando presentes ou dinheiro ao filho. Dar mesada muito cedo. Tentar falar de dinheiro com a criança usando termos que ela não entende.

Esses são alguns dos erros que os pais cometem em relação à educação financeira dos filhos, na análise de especialistas no assunto.

Especialistas apontam principais erros dos pais na educação financeira dos filhos

Aiana Freitas
Especial para o UOL Economia, em São Paulo

Para consultor, pais erram ao fazer “poupança” para filhos

Para a educadora financeira Cássia D’Aquino, o principal equívoco é achar que a criança não precisa ser educada sobre o tema.

“É um erro atribuir a responsabilidade da educação financeira à televisão, aos amigos ou à publicidade. Quem realmente interfere e estimula os filhos, em todos os aspectos, são os pais”, diz.

O consultor financeiro Gustavo Cerbasi, que acaba de lançar o livro “Pais inteligentes enriquecem seus filhos” (Editora Sextante), afirma que os pais erram, por exemplo, quando deixam de envolver as crianças nas decisões financeiras da família.

“O filho pode ser convidado a participar do planejamento do orçamento das férias, da ceia de Natal ou de um fim de semana de passeio, por exemplo”, sugere.

Só dar dinheiro não é suficiente

De nada adianta os pais se disporem a tratar do assunto com os filhos, no entanto, se usarem uma linguagem ou exemplos que não fazem parte da realidade das crianças.

O especialista em educação financeira Álvaro Modernell, autor de oito livros voltados para crianças, diz que um dos maiores erros dos pais é falar com elas de assuntos que fazem parte do universo adulto, como o custo da energia ou a aposentadoria.

Para Modernell, o mais adequado é fazer a abordagem em momentos relacionados a assuntos de interesse da criança.

“Se ela quer comprar uma bola, por exemplo, o pai pode ir com ela até duas ou três lojas para mostrar a importância da pesquisa de preços.”

Outro erro comum, afirma Modernell, é achar que dar uma mesada já é suficiente. “Além de dardinheiro, é importante que os pais deem orientação com relação ao planejamento e à poupança.”

Dar dinheiro à criança sem data certa e valor definido também pode ter um efeito inócuo na educação financeira, afirma Cássia D’Aquino.

“A função da mesada é permitir que a criança possa começar a organizar seu dinheiro. Sem uma frequência, ela não tem como se planejar.”

Mesada, só a partir dos 11 anos

Segundo Cássia, a mesada não deve ser dada à criança antes de ela completar 11 anos, porque é só a partir daí que ela tem a noção exata da duração do mês.

“Antes dos 11 anos, o ideal é dar uma semanada. Assim, se ela gastar todo o dinheiro e ‘falir’ no meio da semana, por exemplo, não precisará esperar tanto tempo para se recuperar”, ensina.

Os especialistas também reprovam os pais que, na ânsia de dar aos filhos o que não tiveram, tentam satisfazer os desejos das crianças comprando presentes ou dando dinheiro de forma não planejada.

“Dessa forma, criamos a ilusão de que podemos compensar nossa ausência com a compra de bem-estar para os filhos”, diz Gustavo Cerbasi.

Link da reportagem

 

Continuando a pensar sobre o assunto… Cabe a nós pais aprender um pouquinho mais sobre dinheiro, administração dele…

E vocês o que pensam sobre o assunto?

 

Beijos

Karin

Viajando com as crianças!

 

Pensei em começar a falar sobre A criança de 3 anos que temos lá em casa… mas daí eu lembrei que tenho mais uma de 29 anos… hahahah…. maridão que me perdõe ;)

Brincadeiras a parte… viajar, quem não gosta?

Pelo menos lá em casa já até acostumamos a arrumar as malas! Praia era sempre o destino mais pedido e fácil, enquanto minha mãe morou na praia, agora ela está no interior e leva 3 horas e meia pra chegar lá… ou seja… o pequeno já tem o destino marcado das férias de inverno: comer muito pinhão pertinho do fogão a lenha… hmmm! :)

Recentemente tivemos que fazer duas viagens a trabalho: a primeira foi Curitiba – 3 dias. E a outra foi à Balneário Camboriú.

Viajar a trabalho com os filhos, requer mais jogo de cintura do que pode se imaginar…

Em Curitiba, ficamos hospedados no Ibis Bouget, que tem uma estrutura super simples, tudo você compra a parte, inclusive a internet! O pequeno ficou sobre os olhos da avó um dia e os outros dois, aos cuidados da dinda importada da Venezuela, vulgo – minha irmã… kkkk

Nossa sorte lá que o shopping Estação ficava pertinho… entretenimento de sobra. Tem aqueles playground que nós adultos tenho certeza que faria a maior festa…

Pra quem não conhece Curitiba, aconselharia dar um pulinho nesse shopping, porque “Localizado anexo à antiga estação ferroviária de Curitiba, no bairro Rebouças, o Shopping Estação teve sua arquitetura projetada para manter a concepção original da antiga construção, integrando o antigo e o novo com perfeição, valorizando a iluminação natural e os jardins internos.” E pra ter mais informações basta clicar no link ali em cima que já deixei disponível.

Eu adoro esse shopping… além de ser super bacana, nós temos uma história que vai ficar marcada, a 3 anos a trás mais ou menos estivemos nesse mesmo local e foi quando o Cauê começou a engatinhar! ;)

Voltando ao assunto…

Na verdade ter minha mãe e irmã pra cuidar do Cauê durante esses dias foi fundamental, pudemos aproveitar os ensinamentos do treinamento que fomos com tranquilidade porque sabíamos que ele estava super bem amparado em todos os quesitos… e foi bom tê-lo por perto pra que pudéssemos dar aquele “chero” e não ficar com tanta saudade!

Ele… adorou ir dormir no hotel! Achou o máximo, que quando falamos dele ir ao outro evento também num hotel…ficou encantado!

 

Em Balneário Camboriú, não contamos com nenhuma ajuda. E como meu marido precisava dedicar 100% da atenção dele ao evento, pois estava cuidando do multimídia, eu fiquei encarregada do entretenimento => PRAIA!!! :)

Só que a mãe esperta aqui, levou o necessário pro pequeno se divertir e esqueceu dela… ou seja, estávamos na praia e eu de calça jeans…. Mas ele aproveitou um monte, fez castelinho, enterramos os pés na areia, corremos… deu pra cansar um pouquinho e se divertir de montão!

Ficamos hospedados no Sibara Flat Hotel, esse hotel é mais completo, pra quem não tá afim de gastar muito, tem a opção do flat que você pode cozinhar e tudo mais, e tem apartamentos digamos “normais”. Possui piscina, que não aproveitamos porque tava frio, restaurante super gostoso e eu particularmente gosto do atendimento.

Com certeza nosso filho adorou também ter tido essa oportunidade… viajar a trabalho exige que se concentre em algumas coisas, mas poder desfrutar as vezes de um pouquinho com eles, torna a viagem muito mais gostosa.

O grande negócio de quando vai viajar é ter em mente a rotina do filho e ter mais ou menos noção das distâncias das praças de alimentação! Lanchinhos são primordiais e quebram aquele galho quando o trânsito não ajuda… hehehe

Importante também é fazer check list, pra não acontecer o que aconteceu comigo… hehe

 

E vocês, costumam viajar com seus pequenos? Como foi a experiência? Qual a história mais bizarra que aconteceu? heheeh

 

Beijos

Karin

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